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A OpenAI lançou o GPT-5.5, novo modelo topo de linha que mira trabalho real no computador: código agêntico, pesquisa, planilhas, automação de ferramentas. Bate 82.7% em Terminal-Bench 2.0, 84.9% em GDPval e mantém a latência por token do GPT-5.4. Rolling out pros planos Plus, Pro, Business e Enterprise no ChatGPT e Codex. API sai em breve a US$ 5/US$ 30 por 1M tokens (input/output).
A OpenAI lançou o ChatGPT for Clinicians, versão do ChatGPT desenhada pra tarefas clínicas como documentação, consulta de casos e revisão de literatura médica. Roda em cima do GPT-5.4, tem busca clínica com citações, skills pra workflows repetíveis e suporte opcional a HIPAA. Grátis pra médicos, NPs, PAs e farmacêuticos verificados nos EUA, com expansão internacional via Better Evidence Network nos próximos meses.
A OpenAI anunciou o ChatGPT Images 2.0, novo modelo de geração de imagem da casa. Promete renderização de texto mais fiel, suporte multilíngue e raciocínio visual avançado. Detalhes técnicos, preço e disponibilidade ainda não saíram em comunicado oficial expandido.
A Hyatt liberou ChatGPT Enterprise pra força de trabalho global, usando GPT-5.4 e Codex. A OpenAI posiciona o caso como ganho em produtividade, operação interna e experiência de hóspede. Mais um contrato grande de rede hoteleira entrando no catálogo Enterprise da OpenAI, sem número de licença divulgado.
A OpenAI atualizou o app Codex pra macOS e Windows com um combo novo: computer use (o modelo controlando o computador), browser embutido, geração de imagem, memória e plugins. O pitch é clássico: acelerar workflow de dev sem trocar de janela o tempo todo.
OpenAI soltou uma nova versão do Agents SDK com dois reforços: execução em sandbox nativa e um harness model-native. A ideia é deixar dev construir agentes mais seguros e capazes de rodar tarefas longas, cruzando arquivos e ferramentas sem sair do trilho. É atualização incremental, mas mira direto no gargalo de quem tenta colocar agente em produção.
A OpenAI tá expandindo o programa Trusted Access for Cyber, que dá acesso controlado a modelos com capacidades ofensivas/defensivas pra times de segurança previamente validados. A novidade é o GPT-5.4-Cyber, versão especializada do modelo pra defensores, junto com reforço nos safeguards à medida que as capacidades de cibersegurança da IA avançam.
A OpenAI publicou o System Card do GPT-5.5, modelo desenhado pra trabalho complexo no mundo real: escrever código, pesquisar online, analisar dados, montar documentos e planilhas, e navegar entre ferramentas até fechar a tarefa. A casa rodou o Preparedness Framework completo, red-teaming focado em cyber e biologia, e colheu feedback de quase 200 parceiros em acesso antecipado. Release vem com o conjunto de safeguards mais forte até agora.
A OpenAI Academy publicou guia explicando o Codex como agente de IA pra delegar trabalho real, não apenas programar. Enquanto o ChatGPT ajuda a pensar, o Codex executa: puxa dados de Slack e email, monta deck, cria app simples, atualiza arquivos. O posicionamento expande o produto pra além de dev, mirando qualquer profissional com tarefa repetível.
A OpenAI liberou Automations no Codex, feature que deixa o agente rodar tarefas em horário marcado ou via trigger. A ideia é sair do modo reativo: em vez de você pedir update, o Codex volta sozinho na hora combinada, executa e deixa o resultado pra revisão. Serve pra review semanal, brief matinal, resumo de pasta e status report recorrente.
A OpenAI lançou o Bio Bug Bounty do GPT-5.5: desafio pago pra pesquisadores tentarem quebrar as salvaguardas de biossegurança do modelo. Recompensa de US$ 25 mil pra quem achar um jailbreak universal que derrote os cinco prompts do teste, rodando no Codex Desktop. Inscrições vão até 22 de junho de 2026, testes de 28 de abril a 27 de julho de 2026.
A OpenAI publicou um mergulho técnico no loop de agente do Codex, mostrando como trocou HTTP por WebSockets e aplicou cache escopado por conexão pra cortar overhead de API e melhorar a latência do modelo. É o tipo de otimização que importa quando o agente faz centenas de chamadas por sessão.
A OpenAI anunciou os workspace agents no ChatGPT: agentes movidos a Codex que rodam na nuvem e automatizam fluxos complexos dentro do ambiente de trabalho. A proposta é deixar times escalarem tarefas entre ferramentas diferentes com controles de segurança, sem precisar montar pipeline próprio de automação.
A OpenAI publicou material sobre Workspace Agents, recurso pra times construírem, usarem e escalarem agentes dentro do ChatGPT. Objetivo: automatizar workflows repetitivos, conectar ferramentas e dar agilidade em operações de time. Direcionado pra contas corporativas que querem levar agente pra dentro do dia a dia sem montar infra própria.
A OpenAI liberou o Privacy Filter, modelo open-weight que detecta e mascara informação pessoal identificável (PII) em texto. A empresa afirma precisão state-of-the-art na tarefa. É uma peça pra quem precisa higienizar dados antes de mandar pra LLM, treinar modelo próprio ou logar prompts sem vazar dado sensível.
OpenAI anunciou o Codex Labs e fechou parcerias com Accenture, PwC, Infosys e outras consultorias globais pra ajudar empresas a implantar e escalar o Codex no ciclo de desenvolvimento de software. Junto, soltou o número: 4 milhões de WAU (Weekly Active Users — usuários ativos semanais) no Codex.
A OpenAI apresentou o GPT-Rosalind, modelo de raciocínio de fronteira feito pra acelerar descoberta de drogas, análise genômica, raciocínio sobre proteínas e workflows de pesquisa científica. É a primeira vez que a casa empacota um modelo específico pro domínio de life sciences, mirando laboratórios farmacêuticos e times de bioinformática.
A OpenAI anunciou o Trusted Access for Cyber, programa que junta empresas de segurança e grandes corporações pra usar o GPT-5.4-Cyber (modelo especializado em cyber defense) mais US$ 10 milhões em créditos de API. A ideia é acelerar defesa cibernética global com acesso antecipado a modelo dedicado pra time de security.